Música

Segura esse Forninho: Os 20 melhores álbuns de 2014 (do Bruno)

Postado por Bruno Fidelis

top20albuns-bruno (1)

Olá, minha gente bonita e cheirosa! Tava aqui pensando com meus botões uma maneira legal de começar a minha coluna Segura Esse Forninho (juro que pensamos em diversos nomes, mas todos nos levavam aos forninhos pesados que tivemos de carregar esse ano), mas como a preguiça das férias não me permite fazer um esforço tão grande como colocar o cérebro para funcionar, cheguei a brilhante ideia de listar aqui os 20 álbuns que mais chamaram a minha atenção nesse difícil ano que já vai tarde acabando.

Essa lista é sempre uma “Escolha de Sofia”. Principalmente para alguém que, assim como eu, respira música. Então se segurem nas poltronas que aí vem a minha listinha. Aliás, postei e saí correndo das tochas. Lembrando que os comentários são apenas comentários, não são críticas musicais de nada. Bora lá?

20-18

[column-group]
[column]
American Authors – Oh! What a Life!

Divertido, chiclete, viciante e sem grandes pretensões. Um ótimo álbum de estreia.
[/column]
[column]
Foo Fighters – Sonic Highways

Entrou pela cota! Me processem!
É o mais fraco do “Foo”. A impressão que ficou é que eles não se preocuparam em sair do lugar comum. Mais do mesmo. Mas a gente releva pelo amor que sentimos pela banda.
[/column]
[column]
Lana Del Rey – Ultraviolence

Simplesmente esplendido. Guitarras melancólicas, vocais duplicados e letras mais profundas. Lana chegou melhor do que nunca e isso é visível em músicas como Money, Glory, Power e Guns and Roses.
[/column]
[/column-group]

17-15

[column-group]
[column]
Nicki Minaj – The Pinkprint

Minha prima de bunda, Nicki Minaj, resolveu mostrar que é mais do que uma rapper divertida que lança músicas de entretenimento como Anaconda e Starships. O The Pinkprint é maravilhoso e com uma pegada R&B gostosa de ouvir. Nicki simplesmente abriu o coração e fez um álbum denso e obscuro, ótimo para a gente que ganhou essa belezinha.
[/column]
[column]
Tove Lo – Queen of the Clouds

Essa maravilhosa chegou do nada para dominar o mundo. O que é essa Suécia rendendo bons frutos musicais? Aliás, Habits ficou várias semanas no top 5 da Billboard. Se você ainda não ouviu, faço das palavras do Edu Jorge as minhas: você está louca, querida!
[/column]
[column]
You+Me – You+Me

A gente ama a P!nk, certo? P!nk + Dallas Green do City and Colour fazendo folk fofo é mais do que aguentamos na escala da fofura. Dá vontade de lamber esse álbum de tão delicioso que ele é. Para dias de chuva é perfeito.
[/column]
[/column-group]

14-12

[column-group]
[column]
A Perfect Contradiction – Paloma Faith

Palomão chegou sambando no salto 15 por toda a Sapucaí com esse álbum. Todas as músicas são incríveis e cheias de dor de corno. Amamos <3
[/column]
[column]
Olly Murs – Never Been Better

Nunca fui entusiasta do Olly. Mas se eu não colocasse a Duds ia me matar eu realmente gostei desse álbum. O mundo precisa de mais músicos como o Olly e mais duetos como esse com a Demi Lovato.
[/column]
[column]
Banda do Mar – Banda do Mar

Daí o casal mais chato da música resolveu se juntar para fazer uma banda. Os hipster surtaram. Eu fiz nariz torto. Mas to limpando o cuspe da testa, já que o álbum é ótimo, super gostoso de ouvir e a voz da Mallu nem tá tão insuportável. Acertaram em quase tudo, já que “Banda do Mar” é o nome mais pedante que poderia existir. Ficarei assistindo a carreira deles.
[/column]
[/column-group]

11-9

[column-group]
[column]
Kongos – Lunatic

Duas palavras definem esse álbum: orgasmo musical. Ouvir o disco de estreia do Kongos foi a melhor ideia que eu tive esse ano e continuo tendo toda vez que dou play nessa belezinha.
[/column]
[column]
Foster The People – Supermodel

Não levava fé no segundo álbum do Foster. Aliás, esperava que eles já tivessem extintos, principalmente com todos os problemas do Mark Foster. Graças a Deus eles conseguiram fazer uma excelente contribuição para os nossos ouvidos, mil vezes superior que o anterior e bem adulto (referência ao vídeo da Peppa sim).
[/column]
[column]
Kylie Minogue – Into The Blue

Ai, se teve um álbum que me acompanhou em cada momento desse ano foi esse. Kyliezinha chegou mais linda do que nunca. Ouço lavando louça, varrendo a casa, tomando banho, triste, feliz, quando quero dançar, quando quero ler. Não paro de ouvir. Cadê show dessa mulher no Brasil? (Duds: CADE O AMOR, KYLIE? CADE?)
[/column]
[/column-group]

8-6

[column-group]
[column]
Angel Haze – Dirty Gold

Um dia tava procurando por rappers maravilhosas e caí na Angel Haze. Não sei qual foi a força cósmica que guiou, mas gostaria muito de agradecer por um dos melhores presentes musicais que o ano poderia me dar. Angel manda bem na rima, no ritmo e nas parcerias. Destaque para Black Synagogue.
[/column]
[column]
MØ – No Mythologies to Follow

Dinamarquesa e rainha. MØ (que eu pronuncio Mô, mas com certeza deve estar erradíssimo), apareceu na minha vida em uma das stalkeadas que damos nos boys bonitos perfis no Last FM. Mais tarde descobri que ela ficou famosa com um cover de Say You’ll Be There das Spice Girls. Dá pra não amar? Se você curte Lorde vai simplesmente amar a Møzona.
[/column]
[column]
Coldplay – Ghost Stories

Todo mundo reclamou tanto que o Coldplay tava muito feliz que eles resolveram abrir a dark chest of melancholia e colocar tudo nesse álbum. Ficou lindo e do jeitinho que a gente ama. A tristeza do ano foi descobrir que a banda vai acabar, principalmente que ao ouvir o Ghost Stories fica a certeza de que o Coldplay tem muito o que mostrar ainda.
[/column]
[/column-group]

4-5

Ed Sheeran – X

Mozão chegou com essa lindeza de álbum, cheio de influência gospel e as músicas mais cheias de amor do universo para ganhar o coração de todo mundo. Don’t, I’m a Mess, Thinking Out Loud, Photograph, tudo vai tocar no meu casamento e no dia que eu for arrebatado.

Kaiser Chiefs – Education, Education, Education & War

Lembra quando o Kaiser Chiefs lançou aquela morte horrível que foi o último álbum? Não? Nem eu! Resolvi bloquear que aquilo existiu algum dia (Duds: eu também, mas comprei porque sou o quê? Fã infelizmente). Mas felizmente eles fizeram essa delicia cremosa em forma de notas musicais que se chama “Education, Education, Education & War” <333333333333333333333 um álbum tão poderoso que é capaz de matar até uma barata.

1-2-3

Phillip Phillips – Behind The Light

Pode não ter tido o mesmo sucesso que o The World From The Side of the Moon, mas não quer dizer que não foi um dos álbuns mais lindos do ano. Phillipinho conseguiu chegar mais crescido musicalmente (com certeza influência de tudo o que aprendeu em tour com o John Mayer) e apresentou um trabalho impecável e bem produzido, digno de muita atenção.

U2 – Songs of Innocence

EU NÃO TAVA PREPARADO PRA ESSE ÁLBUM! Ainda não estou. Cada vez que eu escuto é um sofrimento diferente. Essa banda maravilhosa não para de me surpreender a cada lançamento. É sem dúvida a única banda que fica na zona de conforto e consegue soar cada vez mais lindo aos ouvidos. (Duds: eca)

Taylor Swift – 1989

Como diria Shake it Off, Haters gonna hate, hate, hate. Esse é sem dúvida o álbum do ano. Não apenas pela qualidade musical, mas por tudo o que já vendeu e fez pela indústria fonográfica. O segredo do sucesso é ser um pop de qualidade, sem aquelas batidas eletrônicas chatas, sem autotune e sem colaborações, ou seja, a moda antiga. Um delicioso suspiro de vida na música pop atual.

Alguém já tacou um ovo na minha janela (aposto que foi a Duds que ainda não superou o segundo lugar da lista), m já dizia Susaninha Vieira: o que é uma ou duas que me odeiam contra 130 milhões de brasileiros que me amam.

Mas eu quero ouvir vocês. Quais foram os 20 melhores álbuns de 2014?

Beijo no fígado.

6 Comments

  1. sampaboy

    3 de janeiro de 2015 at 19:45

    Huum… Senti falta do "Me. I am Mariah… The elusive chanteuse" na sua lista, achei tão bom! rs

  2. Dud's

    5 de janeiro de 2015 at 12:33

    ÁLBUNS, ALBUNS BONS EVERYWHERE <3
    Adorei as escolhas. Alguns ai ainda quero ouvir (foo fighters e you + me), mas outros concordo totalmente como o da Nicki, Lana e Taylor! No meu último post até resenhei o do U2 ^^
    boa semana pra vocês!
    ;*

  3. Talita M.

    5 de janeiro de 2015 at 18:02

    Me sinto ridícula por rir horrorosamente do "bem adulto". HSUAHSUAHSUA
    Irei casar com essa ilustra do Kaiser Chiefs, como já me casei com o álbum novo. E aqueles clipes? São lindos demais!!!

    Dos que você falou, dos que eu mais gostei também estão do Phillip Phillips, do Coldplay, do Foster e FF.
    Não se conhece, mas o Mind Over Matter do Young The Giant, o Glorious da Foxes e o Wanted on Voyage do George Ezra. São incríveis, vale a pena!

    Dos que eu não conhecia da lista, irei ouvir em breve!
    Beijos!

  4. Babee

    7 de janeiro de 2015 at 23:02

    Vou guardar este post em um potinho, porque adoro ver análises musicais, principalmente porque fui bem ausente neste assunto em 2014 :~ Acho que o álbum da Taylor foi unânime, apesar de não gostar muito dessa temática que ela insiste em apostar (e que lucra horrores) de falar dos ex HAHAHAHA não tem como ficar parada com tanta música maravilhosa!

  5. mihssantos

    9 de janeiro de 2015 at 08:03

    O que dizer dessas ilustrações maravilhosas, desse álbuns maravilhosos e da finalização desse post com uma frase célebre de Suzaninha Diva? <3

    Não sei se já comentei isso, mas se sim, comento de novo: QUE LAYOUT MAIS MARAVILHOSAURRRRR! <3

  6. Marcelo Soares

    30 de janeiro de 2016 at 15:47

    Ave Maria só coisa boa na minha opinião reunido num unico lugar. Show de bola demais. Parabéns pelo artigo

Deixe um comentário